Transferência de embriões congelados: qual a taxa de sucesso?

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Muitas pessoas perguntam sobre a taxa de sucesso da transferência de embriões congelados. E a resposta é que os resultados são muito bons, o que pode ser comprovado pelas pesquisas mais recentes.

Vamos falar mais sobre isso em nosso post!

O que dizem as pesquisas sobre congelamento de embriões

Elas indicam que cerca de 90% a 95% dos embriões descongelados sobrevivem ao processo, e as taxas de gravidez são semelhantes à de transferência de embriões frescos, embora isso possa variar de acordo com a qualidade dos embriões e da idade da mulher no momento em que foram congelados. 

Em algumas situações, como em pacientes com resposta ovariana exagerada durante a Fertilização in Vitro (FIV), a transferência de embrião congelado tem mais chance do que a fresco.

Cada vez mais, nos tratamentos de FIV os especialistas têm recorrido à transferência de embriões congelados ao invés de transferência a fresco, o que permite aumentar as taxas de sucesso em determinadas pacientes e reduzir o risco de síndrome de hiperestimulação ovariana.

Esta mudança de paradigma vem ocorrendo devido aos métodos de congelamento embrionário terem evoluído muito nos últimos anos.

Quais os avanços na técnica de congelamento de embriões

 Antes, com o uso da técnica chamada de congelamento lento, os resultados clínicos, ou seja, a chance de engravidar era inferior à transferência de embriões a fresco.

Hoje, com o avanço da técnica, do congelamento lento para a vitrificação, observa-se uma melhor preservação da qualidade embrionária, o que pode ser comprovada nas taxas de sobrevivência pós-descongelamento. 

Atualmente é utilizado o congelamento ultrarrápido, técnica conhecida como vitrificação, que permite altas taxas de sobrevivência após descongelamento.

Quando o congelamento é indicado?

O congelamento de embriões é indicado em diversas situações:

  • Para casais que desejam atrasar o projeto de gravidez 
  • Para casais que precisam atrasar o projeto de gravidez por motivos profissionais;
  • Devido a tratamento médico que ofereça risco de perda/diminuição da fertilidade (cirurgia, quimioterapia, radioterapia);
  • Risco de Síndrome de hiperestímulo ovariano;
  • Alterações hormonais durante o ciclo de indução ovariana;
  • Alteração endometrial durante o ciclo de indução da ovulação;
  • Tratamento de algumas doenças pré transferências ( ex: adenomiose, endometriose)
  • Protocolo Frezze all

Quer saber mais?

Não deixe de consultar um de nossos médicos para saber mais sobre os detalhes do congelamento de embrião.

Equipe Médica Revisora do Texto

Dra. Hérica Mendonça, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

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